SINDICALIZA-TE
Trabalhadores do Gaiahotel em luta na defesa dos seus direitos
O Gaiahotel deve o salário de Novembro, Dezembro e Subsídio de Natal aos seus 33 trabalhadores, obrigando muitos deles a suspender o seu contrato de trabalho para poderem dar de comer aos seus filhos.
CONTRA O ACORDO TRAIÇÃO UGT/GOVERNO/PATRÕES, A LUTA CONTINUA NAS EMPRESAS E NA RUA!
TRABALHADORES DA CANTINA DA AMBAR JÁ EXERCEM FUNÇÕES
Eurest e Continental Mabor proibem reunião, trabalhadores reunem na rua
TRABALHADORES EXIGEM QUE A LIGA DOS CLUBES DE FUTEBOL ASSINE O CCT
A FESAHT e a FEPCES, através dos seus sindicatos filiados, Hotelaria Norte e CESP, promoveram hoje, dia 28 de Dezembro de 2011, uma acção de protesto, junto à sede da Liga dos Clubes de Futebol, no Porto, tendo sido aprovada uma Moção onde se exige que a Liga assine de imediato o CCT acordado de 2011 e dê início ao processo negocial de revisão do CCT para 2012. As palavras de ordem mais ouvidas dos manifestantes foram: ACORDO OBTIDO, NÃO PODE SER ROMPIDO; ASSINATURA DO CONTRATO, PARA JÁ E SEM DEMORAS; É MESMO NECESSÁRIO, O AUMENTO NO SALÁRIO; CONTRATO ACORDADO, CONTRATO ASSINADO; LIGA ESCUTA, TRABALHADORES ESTÃO EM LUTA!
GREVE NO CASINO DA PÓVOA DE VARZIM CONTRA A DISCRIMINAÇÃO
CASINO DA PÓVOA DISCRIMINA
GREVE NO FINAL DO ANO
A administração do casino da Póvoa discriminou representantes dos trabalhadores, negando-lhes o Cabaz de Natal. É uma atitude vergonhosa que nada abona o bom nome da empresa. Os trabalhadores decidiram convocar uma greve de protesto para o final do ano. É o segundo ano consecutivo que a empresa toma esta atitude com o único objectivo de humilhar os trabalhadores afectados, criar-lhes um ambiente hostil, degradante e desestabilizador para os levar a abandonar as suas funções e, em ultimo caso, dificultar ou impedir o exercício de funções e intrometer-se na organização e direcção das estruturas.
GREVE NO FINAL DO ANO
A administração do casino da Póvoa discriminou representantes dos trabalhadores, negando-lhes o Cabaz de Natal. É uma atitude vergonhosa que nada abona o bom nome da empresa. Os trabalhadores decidiram convocar uma greve de protesto para o final do ano. É o segundo ano consecutivo que a empresa toma esta atitude com o único objectivo de humilhar os trabalhadores afectados, criar-lhes um ambiente hostil, degradante e desestabilizador para os levar a abandonar as suas funções e, em ultimo caso, dificultar ou impedir o exercício de funções e intrometer-se na organização e direcção das estruturas.
NÃO AO AUMENTO DO TEMPO DE TRABALHO

Realizou-se no dia 12 de Dezembro de 2012 uma Assembleia Geral na sede do sindicato para fazer o balanço da Greve Geral no sector, aprovar o Plano de Actividades e Orçamento para 2012, aprovar alterações aos Estatutos e analisar a situação económica e social. Esteve presente nesta grande assembleia, que contou com 109 dirigentes e delegados sindicais, o Secretário Geral da CGTP-IN Manuel Carvalho da Silva. Os presentes foram unânimes: O AUMENTO DO HORÁRIO DE TRABALHO NÃO PASSARÁ!
GRANDE ADESÃO À GREVE GERAL

O nosso sindicato em conjunto com o Sindicato do Comércio instalou um piquete de greve junto ao centro comercial Via Catarina no Porto
A greve geral teve uma grande adesão no sector, em particular nas cantinas e refeitórios com mais de três dezenas de unidades com adesão de 100% que se viram obrigadas a encerrar ou apenas a garantir os serviços mínimos no caso do sector hospitalar. VIVA A GREVE GERAL!
HOTEL MELIÁ BRAGA TENTA IMPEDIR ACTIVIDADE SINDICAL

O sindicato promoveu hoje a distribuição de um comunicado dirigido aos trabalhadores e clientes do Hotel Meliá Braga denunciando o facto de esta empresa proibir reuniões de trabalhadores e de proibir a actividade sindical à porta do hotel. Mais uma vez, sabe-se lá porquê, a direcção do hotel ficou incomodada com a presença do sindicato e veio solicitar aos sindicalistas que se afastassem para mais longe do hotel, ameaçando, mais uma vez, com as autoridades policiais. Contudo, os dirigentes sindicais não se deixaram intimidar e mantiveram-se no local. Já não é a primeira vez que a direcção desta unidade hoteleira tenta impedir a presença do sindicato nas imediações da hotel e, inclusive, já recorreu à GNR para expulsar dirigentes sindicais que se encontravam num espaço público. A direcção do Meliá já devia saber que não vai conseguir os seus intentos e que o sindicato não vai desistir de falar com os trabalhadores e de exercer o direito à actividade sindical. VOLTAREMOS!


