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Desemprego ultrapassou um milhão de desempregados, todos à manifestação no Porto, dia 9 de Junho de 2012, contra a exploração e empobrecimento - mudança de políticas

No 1.º ano de “troika” e governo PSD/CDS verificou-se que um país de baixos salários está a transformar-se num país de salários ainda mais baixos. Em 2011 os salários diminuíram drasticamente e a previsão é que em 2012 os salários baixem mais 3,7%. No setor do turismo, as associações patronais, aproveitando-se da crise, recusam atualizar os salários. No 1.º ano de “troika” e de governo PSD/CDS foram destruídos 203,5 mil empregos, passando de 689 mil (12,4%) para 819 mil desempregados (14,9%). Mas o desemprego real aumentou de 17,7% para 21,5%, ou seja, de 1.007.000 para 1.224.000 (um milhão e duzentos e vinte e quatro mil desempregado). No 1.º ano de “troika” e de governo PSD/CDS, as funções sociais (saúde, educação e segurança social), que se pode considerar uma salário indireto para os trabalhadores, sofreram cortes brutais, o que está a provocar a degradação dos serviços públicos e fortes restrições no acesso. Por outro lado, o governo PSD/CDS aumentou 100% as taxas moderadoras, os exames e reduziu a comparticipação nos medicamentos e serviços de apoio.
Tudo razões para que ninguém falte às grandes manifestações convocadas pela CGTP-IN, dia 9 no Porto e dia 16 em Lisboa. CONTAMOS COM TODOS!
Milhares de trabalhadores na rua para comemorar 1.º de Maio

Milhares de trabalhadores de Norte a Sul do país manifestaram-se na rua no dia 1 de Maio para festejar o Dia Internacional dos Trabalhadores e para protestar contra exploração e empobrecimento e exigir mudança de políticas. No Porto, milhares encheram a Avenida dos Aliados e desfilaram pelas ruas do Porto.
Trabalhadores das cantinas escolares de Guimarães protestam contra a precariedade e por aumentos salariais

As trabalhadoras das cantinas das escolas de Guimarães concentraram-se no passado dia 19 do corrente mês de Abril para protestarem contra a precariedade dos vínculos laborais, que ainge mais de 90% dos trabalhadores, por aumentos salariais, respeito pelo Caderno de Encargos e demais direitos dos trabalhadores. No final da concentração foi entregue na Câmara Municipal uma Moção e ficou agendada uma reunião para dia 27 de Abril onde será analisada a situação social dos trabalhadpores e apresentadas as reclamações destes.
Viva o 1.º de Maio

A Direção do sindicato apela a todos os trabalhadores para que participem nas manifestações do 1.º de Maio que este ano vão decorrer sob o lema escolhido pela CGTP-IN: Contra a Exploração e Empobrecimento, Mudança de Políticas – Emprego, Direitos, Salários, Serviços Públicos. Vamos fazer do 1.º de Maio de 2012 uma grande jornada de luta por:
- Colocar o desenvolvimento e o crescimento no centro da política económica - Parar com a política de “desvalorização e retrocesso social” - Adotar medidas de dinamização da economia - Combater a fraude e a evasão fiscal e contributiva-
TODOS AO 1.º DE MAIO!
AUMENTOS SALARIAIS JÁ E SEM RETIRADA DE DIREITOS

A CGTP –IN propôs o aumento do salário mínimo para 515 euros em 2012 e defende o aumento generalizado dos salários como forma de desenvolver o consumo, dinamizar a economia, garantir os postos de trabalho e criar mais emprego. Com a recessão económica, o problema mais grave que enfrentam as empresas não reside no aumento da produção, mas sim em vender o que já produzem, num contexto de quebra acelerada do rendimento disponível. A insuficiência da procura é apontada como o principal obstáculo à produção ou à atividade das empresas. Por isso, aumento do salário mínimo e o aumentos generalizado dos salários, aliado a outras medidas de apoio à procura, como a atualização das pensões, a subida dos salários, das prestações sociais e a melhoria da proteção social no desemprego, constitui um importante fator para melhorar a procura interna, a confiança dos portugueses e a situação económica. O aumento do salário mínimo é, pois, um objetivo imediato dos trabalhadores portugueses para fazer face ao aumento brutal do custo de vida, é um imperativo de justiça social e de melhor distribuição da riqueza e é também um imperativo nacional para dinamizar a nossa economia, travar o aumento desmesurado do desemprego a que assistimos e, quiçá, criar mais emprego. O sindicato vai promover reuniões com os trabalhadores para analisar empresa a empresa a situação e encontrar formas de reivindicar melhores salários, sem perda de quaisquer direitos.
VIVA A GREVE GERAL!
Trabalhadores das Pousadas de Portugal em luta por aumentos salariais
Há 4 anos consecutivos que o Grupo Pestana recusa aumentos salariais aos trabalhadores das Pousadas de Portugal. O Grupo Pestana não conseguiu aumentar a ocupação das unidades de segunda a quinta-feira, perdeu clientes fieis há muitos anos nas Pousadas, não conseguiu captar novos clientes, impôs flexibilidades e polivalências desvalorisativas, deixou de pagar folgas, trabalho suplementar e feriados, encerrou secções, serviços e unidades importantes para o produto Pousadas, deixou cair a qualidade de serviço. São os trabalhadores que estão a pagar com os seus salários de miséria esta política ruinosa do Grupo Pestana. Dirigentes, Delegados Sindicais e Trabalhadores concentraram-se dia 14 de Março junto á sede do Grupo Pestana para exigirem aumentos salariais e uma nova política do grupo para as Pousadas de Portugal.
Trabalhadores na Versailhes
Depois de se concentrarem na AHRESP, os trabalhadores das Cantinas, Refeitórios, Áreas de Serviço e Bares Concessionados deslocaram-se à empresa do presidente da AHRESP Mário Pereira Pastelaria Versailhes para exigirem aumentos salariais e a negociação do CCT das Cantinas e Restauração
Trabalhadores das Cantinas, Refeitórios, Áreas de Serviço, Bares Concessionados e Restauração em luta por aumentos salariais e na defesa dos direitos
Trabalhadores das Cantinas, Refeitórios, Áreas de Serviço, Bares Concessionados e Restauração deslocaram-se a Lisboa, à sede da AHRESP, no dia 14 de Março de 2012, para exigir aumentos salariais e a negociação do Contrato Coletivo de Trabalho das Cantinas e da Restauração.