SINDICATO DE HOTELARIA DO NORTE


TRABALHADORES DA MISERICÓRDIA DE GAIA EM LUTA

 thumb_lutamg23maro2007-1.jpgOs trabalhadores da Misericórdia de Vila Nova de Gaia estiveram em luta durante uma semana, de 19 a 23 de Março, contra a alteração ilegal dos horário de trabalho e na defesa dos seus direitos, que culminou numa greve efectuada no último dia 23. Entretanto, porque a empresa ainda não suspendeu os novos horários, o Sindicato decidiu: apresentar  
três providências cautelares no Tribunal do Trabalho de Gaia pedindo a suspensão dos horários; queixa-crime contra o provedor e a misericórdia pela violação da lei da greve; queixa coNTRA A INSPECÇÃO DO TRABALHO, por falta de actuação e queixa CONTRA A MISERICÓRDIA À SEGURANÇA SOCIAL, porque estão a ser violados os direitos dos idosos e porque está a ser posta em causa a qualidade de serviço.

MAIS DE 150 MIL UNIRAM-SE EM PROTESTO

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O nosso Sindicato participou na grandiosa jornada de luta promovida pela CGTP –IN, realizada no dia 2 de Março, em Lisboa, que junto mais de 150 mil pessoas.
 


ACÇÃO NACIONAL DE LUTA - DIA 2 DE MARÇO - PELA MUDANÇA DE POLÍTICAS

2marcocartaz2.jpg O nosso sindicato, como não podia deixar de ser, associou-se à Acção Nacional de Luta Convergente, promovida pela CGTP-IN, que terá lugar no próximo dia 2 de Março, com uma Concentração Nacional, em Lisboa, junto à sede da CIP/Patrões,  
  • Contra o aumento do custo de vida, pela melhoria dos salários, pela defesa dos direitos e da dinamização da contratação colectiva;
  • Pelo emprego de qualidade, contra o trabalho ilegal e clandestino, contra o trabalho não declarado e contra as teses da flexisegurança (despedimentos)
  • Por serviços públicos de qualidade, contra o encerramento de maternidades, urgências e outros serviços de saúde necessários às populações.



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UNIHSNOR NÃO APRESENTOU PROPOSTA DE AUMENTOS PARA 2007

Realizou-se no passado dia 15 do corrente mês de Janeiro a primeira reunião de negociações tendo em vista a revisão do Contrato Colectivo de Trabalho para 2007.
Nesta reunião, a UNIHSNOR (associação patronal do sector) não apresentou qualquer proposta de aumentos salariais para 2007 e, inesperadamente, propôs a retirada do CCT da cláusula dos “Extras” e da categoria de director de hotel.

Ora, como é sabido, a inflação registada em 2006 na nossa região foi de 3,2% e por isso, qualquer proposta de aumentos salariais com uma percentagem inferior, significaria uma redução dos salários reais dos trabalhadores. Além da inflação,as empresas terão que ter em conta os ganhos de produtividade, os salários baixos praticados no sector e a necessidade da sua aproximação aos praticados na Comunidade Económica Europeia.
Esta atitude por parte da UNIHSNOR é muito estranha já que o sector vive uma situação económica favorável.
Por outro lado, a proposta de excluir a cláusula dos “Extras” e a categoria de director de hotel, para nós, não faz qualquer sentido.
Pretende a UNIHSNOR dar cobertura ao trabalho ilegal e clandestino dos “Extras” no sector?
Pretende a UNIHSNOR deixar de aplicar o CCT aos directores de hotel, deixando-os
sem qualquer protecção nos seus direitos?



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RESTAURANTE MAURITÂNIA CONTRATOU 10 TRABALHADORES ILEGAIS PARA SUBSTITUIR GREVISTAS

Os trabalhadores do Restaurante Mauritânia em Matosinhos realizaram hoje uma greve por aumentos salariais e na defesa dos seus direitos. A greve teve uma elevada adesão. Os trabalhadores que não aderiram recebem por fora do recibo.
A empresa, para tentar intimidar o piquete de greve, chamou a PSP ao local e acusou o piquete de greve de impedir a entrada de clientes, o que é completamente falso.

O Sindicato, aproveitando a presença da PSP, e já que a Inspecção do Trabalho não compareceu, exigiu a identificação dos extras que a empresa contratou ilegalmente para substituir os grevistas.



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Acordada a Revisão do AE no Casino da Póvoa para 2007

A Direcção do Sindicato chegou a acordo com a Administração do Casino da Póvoa de Varzim na revisão do Acordo de Empresa para 2007, nos seguintes termos:

    a)         2,5% e, no mínimo, 25 euros nos salários;
    b)        € 120 para o subsídio de turno;
    c)         € 125 para o subsídio de alimentação;
    d)        € 25,50 para cada diuturnidade;
    e)         3% para o abono para falhas;
    f)         € 35 para o prémio de assiduidade;
    g)         € 50 para a adapatabilidade de horário das 16 às 04 horas;
    h)         Republicação do AE.

O acordo é globalmente muito positivo pois prevê um aumento médio no ganho mensal de 4,7% para os trabalhadores.


O SALÁRIO MÍNIMO EM 2007 É DE 403 EUROS

Em sede de Concertação Social, foi concluído um acordo entre os parceiros sociais que estabelce a Remuneração Mínima Mensal Garantida (RMMG) em 403 euros para 2007. O compromisso assumido prevê ainda o valor 450 euros em 2009 e 500 euros em 2011 para o RMMG. Para este resultado foi determinante o facto da CGTP-IN ter lançado em 2005 a revivindicação de uma nova política para o salário mínimo que fixasse o seu valor em 500 euros em 2010. O patronato e o Governo, que consideraram na altura a proposta irrealista, “tiveram agora que meter a viola ao saco” e considerar a proposta realista e exequível. O nosso Sindicato, em conjunto coma FESAHT, já apresentou ao patronato do sector as propostas reivindicativas para 2007, a saber:
  • 4,5% de aumento salarial nas tabelas e, no mínimo, 25 euros;
  • 25 dias úteis de férias;
  • Redução do horário para as 35 horas semanais;
  • Regulamentação do direito legal ao crédito de 35 horas anuais para a formação profissional;
  • Regulamentação da Segurança, Higiene e Saúde no Trbalho.


MANIFESTAÇÃO NACIONAL E GERAL DE PROTESTO PELA MUDANÇA

Dia 25 de Novembro às 15 horas, em todo o país, 
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O Conselho Nacional da CGTP-IN, reunido no dia 25 de Outubro de 2005, decidiu, convocar uma MANIFESTAÇÃO NACIONAL E GERAL DE PROTESTO PELA MUDANÇA, no dia 25 de Novembro às 15 horas, em todo o país, considerando que se mantêm as 4 razões fundamentais do Protesto Geral de 12 de Outubro (segurança social, Administração Pública, emprego e salários) e que, entretanto, propostas inscritas no OE 2007, as medidas relativas à política de preços (energia, água, transportes), o pagamento de portagens nas SCUTs, agravam as condições de vida e aumentam injustiças e desigualdades, tornando-se fortes causas de protesto de largas camadas da população e constatando, ainda, que o patronato continua a intensificar a exploração dos trabalhadores e não assume as suas responsabilidades no processo de desenvolvimento do país.


100.000 PROTESTARAM EM LISBOA


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    QUEREMOS GARANTIR O FUTURO 
 
 – NÃO À REDUÇÃO DAS REFORMAS!
 
  O nosso sindicato teve a maior delegação de sempre numa manifestação em Lisboa.

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